Contraproposta patronal para químicos de SP é de 8%

A contraproposta patronal do setor químico no Estado de São Paulo para o reajuste salarial da categoria é de 8%, ante reivindicação de 15% feita pela Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas no Estado (Fequimfar), por conta da data-base em 1º de novembro. As negociações em São Paulo geralmente servem como parâmetro para a categoria em outros Estados no País.Nos próximos dias, a Fequimfar que representa mais de 100 mil trabalhadores realizará assembléias em todo o Estado, para no dia 10 avaliar o resultado e votar a proposta das empresas. O índice oferecido pelos patrões quase bate com informações de bastidores que apontavam proposta de 7%.Os 8% de reajuste oferecidos levam em conta reposição da inflação mais aumento real estimado em 2%, para trabalhadores que ganham até R$ 4.500. Além disso, aumento da participação nos lucros e resultados (PLR) de R$ 350 para R$ 400, e manutenção das cláusulas sociais.BahiaO Sindicato do Ramo Químico/Petroleiro da Bahia continua a campanha da data-base (novembro), cujo índice de reajuste reivindicado é de 15%, mais R$ 300 incorporados ao salário.Os trabalhadores do pólo de Camaçari (BA), os petroleiros e funcionários de outras empresas do ramo químico no Estado pedem também a inclusão de uma cláusula no contrato de trabalho que garanta estabilidade a funcionários a cinco anos ou menos da aposentadoria.Fim do trabalho restrito, combate ao assédio moral, mudança da concepção sobre segurança nas empresas, autonomia do setor médico nas empresas, desvinculação da PLR de acidentes de trabalho são outras reivindicações da lista dos trabalhadores na Bahia.

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