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Copom precisa de tranqüilidade para decidir, afirma Marinho

Segundo o ministro, Previdência Social irá trabalhar com a expectativa de que os juros reais continuarão caindo

Adriana Fernandes, da Agência Estado,

09 de outubro de 2007 | 16h42

Habituado a dar palpites sobre as decisões do Comitê de Política Econômica (Copom) sobre a taxa Selic, o ministro da Previdência Social, Luiz Marinho, está agora mais cauteloso. Questionado sobre o assunto, disse nesta terça-feira, 9, que é preciso deixar que os integrantes do Copom tomem a decisão tranqüilamente. Marinho se mostrou até mesmo afinado com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. "Vamos deixar eles tomarem a decisão tranqüilamente. Eles são autoridade para isso. Eu vi o presidente Henrique Meirelles afirmar que a queda dos juros reais continuarão. Vamos trabalhar com essa expectativa", disse, após cerimônia de assinatura de convênio com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Segundo Marinho, o importante é que a queda dos juros reais da economia continue. "Eu acho que tem condições para isso. O próprio presidente do BC sinalizou assim", acrescentou. A uma pergunta sobre a possibilidade de interrupção do processo de queda da Selic, o ministro respondeu: "Queda dos juros reais é o que manda. O meu palpite está dado e estou de acordo com o presidente do BC de que se tem a necessidade tem condições de cair os juros reais do País. A Selic está amarrada com o outro (juros reais)", disse.

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