Felipe Rau/Estadão
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Coronavírus pode reduzir em até 1,2 bilhão fluxo de passageiros em linhas aéreas

Capacidade das companhias também pode ser reduzida significativamente, com queda do faturamento de entre US$ 160 bilhões e US$ 253 bilhões nos primeiros nove meses do ano

Redação, O Estado de S.Paulo

23 de abril de 2020 | 02h09

A Organização Internacional de Aviação Civil (OIAC) informou, na quarta-feira, 22, que a pandemia do novo coronavírus pode significar uma redução de 1,2 bilhão de passageiros para as companhias aéreas em todo o planeta até setembro.

Espera-se que uma "redução mais substancial no número de passageiros (...) se produza na Europa, especialmente durante a alta temporada de viagens de verão, seguida da (região) Ásia-Pacífico", adverte a agência da Organização das Nações Unidas (ONU).

A capacidade das companhias aéreas também pode ser reduzida significativamente, com a consequente queda do faturamento nos primeiros nove meses do ano - entre US$ 160 bilhões e US$ 253 bilhões.

As projeções são mais negativas que as estimativas iniciais da OIAC no mês de fevereiro, quando a covid-19 parecia restrita à China. Naquela ocasião, a Organização previu uma queda no faturamento de entre US$ 4 bilhões e US$ 5 bilhões. / AFP

 

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