Correção: ata do Banco do Sul pode sair em novembro

A nota enviada anteriormente contém um erro. Ao contrário do que foi divulgado, o ministro das Finanças da Venezuela, Rodrigo Cabezas, não afirmou que o Banco do Sul buscará "a derrota da empresa". Cabezas disse que a instituição vai procurar "a derrota da pobreza". Segue a nota corrigida:O ministro das Finanças da Venezuela, Rodrigo Cabezas, informou hoje que convidou os presidentes dos países fundadores do Banco do Sul a irem a Caracas no dia 03 de novembro assinar a ata de fundação da instituição. O convite foi feito por meio dos ministros da área econômica presentes à reunião de hoje no Palácio Itamaraty, no Rio de Janeiro, onde os termos do documento estão sendo discutidos.Cabezas afirmou em entrevista à televisão venezuelana que o Banco do Sul nasce como "um ponto de arranque na nova arquitetura financeira da América do Sul". De acordo com ele, "a instituição que aqui está nascendo é antítese da maneira como eles (FMI e Banco Mundial) funcionam". O ministro afirmou também que os sete países concordaram que o banco irá promover o desenvolvimento, aprofundar a integração e buscar "a derrota da pobreza". ArgentinaO ministro da Economia e Produção da Argentina, Miguel Gustavo Peirano, deixou a reunião sobre o Banco do Sul. O secretário de Finanças, Sergio Chodos, ficou como representante do seu país. O ministro teria sido chamado pelo presidente da Argentina, Néstor Kirchner, por telefone, ontem à noite, para estar em Buenos Aires nesta tarde.

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