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Correção: atraso em eólicas não traz risco a investidor

A nota enviada ontem (29) contém uma incorreção no título. O presidente da EPE não disse que não havia risco de atrasos em parques eólicos e sim que não havia risco a investidores. Segue matéria corrigida.

VINICIUS NEDER, Agencia Estado

30 de agosto de 2012 | 17h09

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, disse nesta quarta-feira ser "zero" o risco dos investidores em parques de energia eólica que estão vendo atrasos na entrada de sua produção de energia no sistema. Em conversa com empresários do setor, no Rio, Tolmasquim destacou a competitividade da energia eólica no País e creditou os atrasos nas linhas de transmissão, em parte, a problemas com licenciamento ambiental.

Uma solução para o problema, afirmou Tolmasquim, seria exigir dos participantes nos leilões garantias de conexão com o sistema nacional. No entanto, isso reduziria a competição. Após participar do lançamento do Índice Corporativo de Energia Renovável, Tolmasquim afirmou que "por enquanto, não tem nenhuma alteração". Eventuais mudanças teriam que ser discutidas.

Para mitigar mais imediatamente os problemas causados pelos atrasos, Tolmasquim destacou a importância da cobrança mais forte por parte da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em relação aos concessionários de linhas de transmissão e a possibilidade de adiantar os leilões para o início do ano. Neste ano, porém, o leilão será em outubro.

"Este ano não teve no início do ano porque as distribuidoras não tinham mercado para contratar", disse Tolmasquim. Segundo ele, a EPE aguarda uma nova declaração de demanda por parte das distribuidoras, que vai influenciar no leilão de outubro.

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