Correção: Dilma: PAC não vai comprometer inflação

A nota enviada anteriormente contém um erro. A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse que os investimentos da indústria de bens de capital não resultarão em pressão inflacionária porque há uma capacidade de fornecimento acima da demanda. Segue, abaixo, a nota corrigida: Brasília - A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) vai dinamizar a economia, mas sem comprometer a inflação. "Só gera inflação quando você investe aquém do crescimento do PIB", disse a ministra, em entrevista ao programa Bom Dia Brasil, da TV Globo. "Hoje no Brasil nós temos uma situação extremamente favorável. O país crescendo sustentavelmente, porque cresce o investimento na frente, o que os economistas chamam de formação bruta de capital fixo no Brasil, que está crescendo a uma taxa superior ao PIB", afirmou. Segundo a ministra, a indústria de bens de capital está investindo na sua própria capacidade, possibilitando um crescimento virtuoso. "Isso significa que nós não teremos pressão inflacionária, porque teremos uma capacidade de fornecer bens além da demanda", afirmou. Vacina"Eu disse ontem que o PAC é uma vacina (contra a crise externa), porque o PAC aumenta a capacidade de produção de bens internamente, porque diminui os gargalos, garante uma infra-estrutura", afirmou. "Então nós acreditamos que o Brasil passa por uma situação de desenvolvimento sustentável que ele nunca passou. E é isso que permite a gente afirmar que estamos numa situação para enfrentar qualquer crise externa melhor, como nos últimos 50 anos no País. Nós nunca tivemos uma situação tão robusta, equilibrada e sustentável", concluiu.

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