Correção: FMI não descarta recorrer a fundos do BCE

A nota enviada anteriormente contém uma incorreção. A Dow Jones corrigiu uma informação divulgada na nota publicada às 13h47. John Lipsky não é mais assessor do Fundo Monetário Internacional (FMI). Ele era vice-diretor-gerente do órgão até setembro e depois trabalhou como assessor especial do FMI até o início deste mês. Segue o texto corrigido:

CLARISSA MANGUEIRA, Agencia Estado

18 de novembro de 2011 | 19h47

O ex-assessor do Fundo Monetário Internacional (FMI), John Lipsky, não descarta a possibilidade de a instituição recorrer a novos fundos do Banco Central Europeu (BCE). "O FMI pode tomar emprestado de qualquer um, seus Estados membros e bancos centrais", afirmou Lipsky durante uma conferência em Frankfurt.

A proposta do Banco Central Europeu (BCE) de emprestar dinheiro para o FMI, para que este possa financiar pacotes de resgate para países problemáticos da zona do euro, está ganhando força, segundo duas pessoas com conhecimento direto do assunto. Se todas as partes chegarem a um consenso, um acordo pode ser anunciado na reunião de cúpula da União Europeia em 9 de dezembro.

"A Alemanha e o BCE ainda são contra a ideia, mas sem outras alternativas viáveis, as conversas podem começar em breve. Isso é urgente, porque é necessário que algo esteja à disposição se a Itália precisar de um pacote de socorro", disse uma alta autoridade de um governo da zona do euro. Mas Lipsky recusou-se a comentar a ideia.

O ministro das Finanças de Alemanha, Wolfgang Schaeuble, descartou qualquer ideia de ver o BCE imprimindo dinheiro, essencialmente, para resolver a crise da zona do euro. Ele disse que tal movimento poderia acalmar os mercados por alguns meses, mas os mercados financeiros poderiam pensar, então, que o euro já não é uma moeda estável". As informações são da Dow Jones.

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