Correção: Governo estuda suspender tributo em frete

A matéria enviada anteriormente contém um erro. A alíquota do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante é de 25% e não 5%, como foi publicado. Segue a íntegra do texto, com o valor corrigido:O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, afirmou hoje que o governo estuda suspender para fertilizantes e defensivos agrícolas a cobrança do tributo Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), que é de 25%. A medida, segundo o ministro, está sendo avaliada, mas depende de acordo com outras áreas do governo.Ele admitiu que essa é uma antiga reivindicação dos produtores rurais e é apontada por especialistas no setor como um dos fatores capazes de reduzir os preços dos insumos no curto prazo. Stephanes salientou, no entanto, que a medida, se adotada, pode ter poucos reflexos em termos de preços no mercado interno, já que as cotações dos insumos estão em alta no mercado internacional.O ministro participou hoje de uma reunião com representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), para discutir o Plano de Safra Agrícola 2008/09. Ele comentou que algumas sugestões apresentadas pela iniciativa privada poderão ser aceitas pelo governo, mas não quis informar quais são elas.Em relação ao mercado de fertilizantes, o ministro informou que esse é um setor onde há "maior estrangulamento", já que o Brasil é dependente das importações e a oferta mundial está reduzida.PreçosEle voltou a afirmar que no curto prazo nenhuma medida poderá ser tomada para reduzir os preços. A médio e longo prazos, no entanto, a idéia é firmar um acordo com a Petrobras para elevar a oferta de nitrogenados. No caso do fosfato, o objetivo é avaliar as concessões do governo para pesquisa e exploração de minas. O ministro voltou a dizer que algumas empresas receberam autorização para pesquisa de minas, mas que não fazem a exploração. No caso do potássio, ele disse que questões ambientais impedem a exploração de minas, as quais estão localizadas no Amazonas.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.