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Correção: Inadimplência de empresas cresce menos

Senhor editor: a nota enviada anteriormente contém incorreção. A variação da inadimplência das empresas no primeiro trimestre de 2010 ante 2009 foi de -7,7%, e não de -9,7%. E a variação do indicador no primeiro trimestre de 2011 ante 2010 é de 8,1%, e não de 1,5%, como constava no primeiro parágrafo. Segue nota corrigida.

AE, Agencia Estado

30 de abril de 2013 | 12h45

O Indicador de Inadimplência das Empresas cresceu 0,1% no primeiro trimestre do ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. O resultado é o menor para o período desde 2011, ano em que a inadimplência de empresas subiu 8,1% na mesma base de comparação. Em 2012, o crescimento foi de 21,1%. Em 2010, o indicador havia caído 7,7% na comparação com os três primeiros meses do ano de 2009.

Na comparação de março deste ano com o mesmo mês do ano passado, a inadimplência de pessoas jurídicas caiu 3,9%.

"Nos últimos dois anos, a inadimplência dos negócios seguiu bem de perto o ritmo da atividade econômica e da inadimplência do consumidor", avaliam os economistas da instituição, em nota distribuída à imprensa. "Com a presente recuperação econômica, mesmo que não generalizada, vários setores já sentem alívio em seu fluxo de caixa, o que tem levado à lenta perda de fôlego da inadimplência das empresas."

Na passagem de fevereiro para março, contudo, o indicador teve alta de 8,0%. Para a Serasa, o crescimento mensal não tem tanta força, já que em fevereiro ante janeiro o indicador recuou 12%. "A evolução de março perde representatividade por ser comparada com uma base fraca", diz a instituição.

Valor médio

Na comparação do primeiro trimestre deste ano com o mesmo período do ano passado, o valor médio dos cheques sem fundos cresceu 26,9%, o dos títulos protestados subiu 3% e o das dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) subiram 2,5%. Apenas o valor médio das dívidas com bancos recuou (2,4%), na mesma base de comparação.

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