Correção: Log-In vai elevar transporte de contêineres

A matéria divulgada anteriormente contém um erro. A Log-In não é mais subsidiária da Vale, já que teve seu capital aberto em junho do ano passado. A Vale é hoje apenas a maior acionista da Log-In. Segue a matéria corrigida:A Log-In, empresa de capital aberto que tem a Vale como sua principal acionista, vai aumentar em 75% sua capacidade de transporte de contêineres este ano, apostando principalmente na substituição do modal rodoviário pelo marítimo para o transporte de produtos entre a região Sudeste e Nordeste do Brasil. O primeiro passo para este crescimento será dado na próxima semana com a entrada em operação do porta-contêiner Amazônia, que vai acrescentar à capacidade 1,7 mil TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) aos 4,5 mil transportados hoje pela empresa. A partir de abril entra um segundo porta-contêiner, Pantanal, com mais 1,7 mil teus.Em apresentação do primeiro navio hoje à imprensa, o diretor presidente da Log-In Logística Intermodal, Mauro Oliveira Dias, disse que o crescimento do País acima dos 5% exige uma "mudança de paradigma". "Será preciso buscar a opção mais racional para o transporte de mercadorias no País e o modal marítimo se destaca neste cenário", disse, lembrando que, além de emitir menos poluentes, os navios gastam menos combustíveis do que trens e caminhões.Segundo ele, a Log-In, vai continuar fazendo o trajeto hoje atendido entre Fortaleza (CE) e Buenos Aires, mas a partir de agora com os dois novos navios passará a atender a demanda de transporte de Santos para o Nordeste. "Atualmente os cinco navios que operamos nesta rota já passam por Santos lotados de produtos rumo ao Nordeste e nem param nesse porto, mas sabemos que há uma demanda não atendida no local", comentou.Além de Buenos Aires, Santos e Fortaleza, a Log-In ainda atende aos portos de Suape, Salvador, Rio Grande e São Francisco do Sul. Os principais produtos transportados hoje pela Log-In são cereais (vindos da Argentina e do Sul), eletrodomésticos (do Sudeste) e petroquímicos (Argentina e Bahia). A Argentina representa hoje, segundo Dias, 40% da receita da Log-In.

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