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CORREÇÃO (OFICIAL)-BM&FBovespa terá novos produtos imobiliários

A BM&FBovespa pretende atuar nos próximos meses em duas frentes para tentar incrementar o volume financeiro em seus ambientes de negócios, ao lançar um novo mercado de balcão para derivativos e novos produtos do segmento imobiliário, para o qual pretende atrair fundos de investimentos e o investidor de varejo.

(CORRIGE TÍTULO E 1O, REUTERS

12 de agosto de 2009 | 18h53

Ao mesmo tempo, vem desenvolvendo projetos internacionais para aumentar a venda de produtos e costura acordos com bolsas de valores na América Latina. A companhia está prestes a anunciar um acordo operacional com a bolsa colombiana. Parcerias similares com nos mercados chileno e peruano são esperadas para breve.

"A ideia é vender know-how de negociação e gerenciamento de risco, além de trazer companhias latinas para listagem no mercado brasileiro", disse a jornalistas o presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, nesta quarta-feira, durante teleconferência sobre os resultados da empresa no segundo trimestre.

Na noite de terça-feira, a BM&FBovespa divulgou lucro líquido de 188,1 milhões de reais de abril a junho, alta de 13,9 por cento contra resultado proforma um ano antes.

Os ganhos de sinergia com a fusão entre BM&F e Bovespa e a recuperação de volumes de negócios sustentaram o lucro da empresa, apesar de mudança contábil que impactou o desempenho, conforme Edemir.

A receita líquida caiu 14,7 por cento na comparação com igual período do ano passado, para 378,2 milhões de reais, com o declínio no volume de negócios, mas cresceu 19,5 por cento sobre o primeiro trimestre deste ano.

"As boas notícias são a recuperação dos mercados, com a volta dos volumes, a valorização de mercado das ações e o retorno das ofertas públicas de ações", disse Edemir.

O resultado final foi beneficiado pela queda de 25,3 por cento nas despesas operacionais ajustadas, para 104,9 milhões de reais, com as sinergias do processo de união das bolsas.

Esses itens compensaram os efeitos da mudança de um critério contábil que levou a companhia a reconhecer o diferimento de 159,3 milhões de reais, oriundo do benefício fiscal gerado pela amortização do ágio, mas que não teve impacto no caixa.

"Para evitar que o acionista fosse prejudicado com esse efeito, o Conselho decidiu elevar o volume de dividendos que serão pagos ao acionista", disse Edemir Pinto.

Assim, explicou ele, a empresa vai distribuir 93 por cento do lucro líquido do segundo trimestre. O lucro ajustado foi de 325,4 milhões de reais, 32,1 maior se comparado com o proforma de igual intervalo do ano anterior nessa mesma base.

(Reportagem de Aluísio Alves)

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