Correção: País não será praça de desvalorização

A matéria enviada anteriormente contém uma incorreção. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou que "nós sempre tomaremos as precauções para evitar que o Brasil não seja uma praça de desvalorização de moedas importantes" e não "da nossa moeda", como foi informado. Segue o texto corrigido:

EDUARDO CUCOLO, EDUARDO RODRIGUES E RENATA VERÍSSIMO, Agencia Estado

22 de novembro de 2012 | 13h33

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou nesta quinta-feira que a política cambial brasileira não visa atingir qualquer objetivo de câmbio. "Não temos qualquer objetivo de câmbio. Estamos sob regime de câmbio flutuante no País. O que tem se dito ao longo do tempo é que nós sempre tomaremos as precauções para evitar que o Brasil não seja uma praça de desvalorização de moedas importantes, por exemplo, o dólar, contra a nossa moeda. Temos tomado as precauções para que isso não ocorra", afirmou em audiência na Comissão Mista de Orçamento do Congresso.

Ele lembrou que a presidente Dilma Rousseff destacou este aspecto da política cambial em recente entrevista. "Não temos qualquer banda formal ou informal. O Banco Central não defende nem para baixo nem para cima qualquer nível de câmbio", garantiu.

Tombini afirmou, no entanto, que o BC está sempre pronto para intervir e fazer com que o mercado funcione dentro da normalidade. O presidente ressaltou também que, no final do ano, tradicionalmente, há oferta menor de dólar e demanda maior pela moeda, mas disse se tratar de movimento provisório que tende a se reverter logo no início do ano.

"Se preciso for, vamos intervir na liquidez na virada do ano. O BC continua praticando a política cambial que sempre praticou para que o real não seja objeto de valorização por causa da política adotada por outros países."

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