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Correção: Petrobras receberá navio sonda para Tupi

A nota enviada anteriormente contém um erro. A Repsol corrigiu em nota uma informação que havia fornecido erroneamente. Diferentemente do que foi informado, a participação da Petrobras no poço de Guará é de 45% e não de 35%. Segue abaixo a nota corrigida:Rio, 22 - A petrolífera espanhola Repsol YPF contratou, por um período de quatro anos, o navio sonda de 6ª geração Stena DrillMax, projetado para operar em águas ultraprofundas. Em nota enviada hoje, a companhia informou que o navio foi desenvolvido pela Samsung Heavy Industries South Korea, e chega ao Brasil na próxima segunda-feira (dia 25), quando será utilizado pela Petrobras para operações na área de Tupi, na Bacia de Santos, localizada na camada pré-sal, abaixo do leito marinho.Segundo a Repsol houve uma "cessão do navio sonda, fruto do compromisso da Repsol YPF com o desenvolvimento das reservas energéticas do Brasil". A companhia ressalta que o acordo ganha importância, neste momento, devido à indisponibilidade de equipamentos de última geração para a perfuração em águas ultraprofundas no mercado mundial. O Stena DrillMax I será utilizado pela Petrobras para perfuração do poço Guará, na Bacia de Santos. O poço é operado pela Petrobras (45%) em consórcio com o grupo britânico BG (30%) e a Repsol (25%) e está localizado na camada pré-sal junto à área de Tupi.Terminada a perfuração no poço Guará, o Stena DrillMax I segue para o Golfo do México e depois voltará ao Brasil para operações próprias da Repsol YPF.A Repsol YPF é a segunda companhia do Brasil, depois da Petrobras, em domínio de áreas exploratórias nas Bacias de Santos, Campos e Espírito Santo. Na Bacia de Santos, a Repsol YPF lidera, junto com a Petrobras, a atividade exploratória participando em 19 blocos, nove deles como companhia operadora. No ano passado, a Repsol YPF anunciou a descoberta de um novo campo de petróleo em águas profundas da Bacia de Santos. A nova jazida, denominada Carioca, está situada no Bloco BM-S-9, operado pela Petrobras com 45% e onde a Repsol YPF Brasil conta com uma participação de 25% e o BG de 30%.

KELLY LIMA, Agencia Estado

22 de fevereiro de 2008 | 16h22

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