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Correção: Procon-SP: juros caem pouco em agosto

A nota enviada anteriormente apresentava um erro de informação no terceiro parágrafo sobre o total de ativos do Unibanco Itaú. O correto é R$ 596,387 bilhões - e não R$ 896,387 bilhões como informado anteriormente. Segue novamente a nota, com a correção:

AE, Agencia Estado

17 de agosto de 2009 | 12h37

A taxa média de juros do cheque especial e do crédito para pessoas físicas teve a oitava queda mensal consecutiva na pesquisa de agosto da Fundação Procon de São Paulo. De acordo com o levantamento, na maioria das instituições financeiras a redução não superou 0,04 ponto porcentual. Os juros médios mensais para empréstimos pessoais recuaram de 5,30%, nos 30 dias anteriores, para 5,27%. No caso do cheque especial, a taxa média mensal foi reduzida de 8,83% para 8,79% no período.

A pesquisa incluiu dez instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Nossa Caixa, Real, Safra, Santander e Unibanco. Entre os bancos que reduziram as taxas para empréstimo pessoal, o BB apresentou o menor patamar de juros (de 4,50% para 4,48%). O Santander e o Real registraram a maior taxa nesta categoria (de 6% para 5,98%).

Segundo a pesquisa do Procon-SP, o Itaú reduziu a taxa de juros do crédito pessoal de 5,90% em julho para 5,86% em agosto. Mesmo assim, a taxa está 1,38 ponto porcentual acima da registrada pelo BB. Roberto Setubal, presidente do Itaú-Unibanco, afirmou na semana passada que o patamar de juros cobrado pelas instituições públicas "não são sustentáveis." O Banco do Brasil, no entanto, registrou no segundo trimestre um lucro líquido de R$ 2,348 bilhões, um resultado 41% superior ao apurado nos três meses anteriores. O BB retomou a liderança de maior instituição nacional em ativos, com R$ 598,839 bilhões, acima dos R$ 596,387 bilhões do Itaú Unibanco.

Entre os bancos que reduziram as taxas mensais do cheque especial, a menor marca foi registrada pela Caixa Econômica Federal, que diminuiu de 6,79% para 6,75%. O Santander e o Real também apresentaram as tarifas mais altas nesta modalidade, mesmo com a redução de 9,42% para 9,38%. Já o BB reduziu a taxa de 7,69% para 7,65%, o Bradesco diminuiu de 8,28% para 8,24% e o Itaú alterou de 8,63% para 8,59%.

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