Corte no juro não é sinal de recessão, diz Fischer

O Estado de S.Paulo

26 de dezembro de 2012 | 02h02

O presidente do Banco Central de Israel, Stanley Fischer, disse ontem que o corte de 0,25 ponto porcentual do juro na noite passada não é sinal de que a economia esteja em recessão e sim um movimento para estimular a demanda doméstica e o crescimento. Em discurso no comitê de finanças parlamentar, Fischer disse em algum momento que o governo pode precisar aumentar as taxas para prevenir que o déficit do país cresça. Na segunda-feira, o BC reduziu a taxa básica pela segunda vez em três meses, para 1,75%.

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