Costa: exigências podem atrapalhar negociação da GVT

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, disse hoje que a exigência de eventuais contrapartidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para aprovar os pedidos de anuência prévia para a compra da GVT, feitas pela Telefônica e pelo grupo francês Vivendi, poderia "desestabilizar" o processo de negociação entre as empresas.

GERUSA MARQUES, Agencia Estado

12 de novembro de 2009 | 14h32

Ele ponderou, no entanto, que se o governo entender que está fazendo alguma concessão ao aprovar o negócio e não apenas analisando um contrato de compra e venda, então teria direito de exigir contrapartidas. Hoje, mais cedo, o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, disse que a agência estuda a exigência de contrapartidas, mas não detalhou quais seriam. Os dois pedidos de anuência prévia da Telefônica e da Vivendi estão na pauta de hoje da reunião do Conselho Diretor da Anatel.

Tudo o que sabemos sobre:
cmunicaçõesGVTAnatel

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.