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Costa: plano de internet rápida não prejudica empresas

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, declarou hoje que a idéia de se criar uma infra-estrutura para levar internet em alta velocidade (banda larga) a todos os municípios brasileiros aproveitando as redes do governo já existentes não tem o objetivo de prejudicar as empresas privadas de telecomunicações que atuam no País."Quero deixar muito claro que não se trata de utilização de espaços do governo para uma nova estatização, ou usar qualquer instrumento que possa prejudicar as empresas de telecomunicações", disse Costa, ao sair do ministério para uma audiência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto."Queremos fazer tudo isso de uma forma aberta, clara e com a participação das empresas", disse o ministro, referindo-se não somente às grandes empresas, mas também a pequenas empresas privadas de telecomunicações, que poderão participar de eventuais licitações, para levar o serviço de banda larga da rede das grandes empresas até o cliente final.O governo já decidiu que vai substituir a obrigação das concessionárias de telefonia de instalar os Postos de Serviço de Telecomunicações (PST) pela obrigatoriedade de montar uma infra-estrutura de banda larga para levar a internet até a entrada das cidades, mas ainda não resolveu como fará para levar a banda larga da entrada das cidades até o usuário final.Paralelamenhte, o uso das redes do governo já existentes, como a estrutura de fibras óticas da Petrobras e da falida Eletronet, serviria para complementar as redes das empresas privadas. Segundo o ministro, uma das possibilidades em estudo seria a de usar a Telebrás para administrar toda essa estrutura, mas Hélio Costa reconhece que é necessário resolver pendências da Telebrás na Justiça para que ela possa cumprir esse papel.

GERUSA MARQUES, Agencia Estado

14 de novembro de 2007 | 17h32

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