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Bolsas da Ásia fecham em alta, apoiadas por dado chinês e índices futuros de Nova York

Na Europa, o tom também é positivo nas operações desta segunda-feira, após indicador atestar melhora da indústria no bloco

Eduardo Gayer, O Estado de S.Paulo

02 de novembro de 2020 | 09h29
Atualizado 02 de novembro de 2020 | 09h48

Em uma semana com o cenário internacional bastante movimentado, especialmente por causa da eleição presidencial americana, as bolsas asiáticas encerraram o pregão desta segunda-feira, 2, em alta, apoiadas por indicador econômico da China e pelos índices futuros de Nova York em tom positivo.

A leitura de outubro do índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) animou investidores das praças asiáticas. O dado mostrou avanço de 53 em setembro para 53,6 em outubro, nível mais alto desde janeiro de 2011, segundo dados divulgados na noite de domingo pelo instituto IHS Markit em parceria com o Caixin Media.

Outro ponto de estímulo às compras foi o pré-mercado de Nova York, com os índices acionários em tom de recuperação após as fortes perdas da semana passada.

Na China continental, o índice Shenzhen Composto, considerado menos abrangente, avançou 1,39%, para 13.420,96 pontos. O mais abrangente Xangai Composto, porém, teve ganho bem mais contido, de 0,02%, aos 3.225,12 pontos.

O índice Nikkei, da Bolsa de Tóquio, encerrou o dia em alta de 1,39%, a 23.295,48 pontos, acompanhado pelo Kospi, de Seul, com elevação de 1,46%, para 2.300,16. Em Hong Kong, o índice Hang Seng também subiu 1,46%, para 24.460,01 pontos, enquanto na Oceania o índice S&P/ASX, da Bolsa de Sidney, encerrou a sessão com fortalecimento de 0,40%, aos 5.951,30 pontos.

Europa

Em tom de recuperação após o forte tombo da semana passada, as bolsas da Europa operam em alta, impulsionadas por leituras positivas de índices de gerentes de compras (PMIs, na sigla em inglês) do setor industrial.

Às 09h14 de Brasília, o índice pan-europeu Stoxx 600 marcava alta de 1,35%, a 346,95 pontos.

Dando suporte aos mercados europeus, o PMI industrial da zona do euro mostrou avanço de 53,7 em setembro para 54,8 em outubro, maior valor desde julho de 2018, de acordo com dados divulgados pelo instituto IHS Markit nesta manhã. O ganho do indicador europeu se deve, principalmente, ao fortalecimento da indústria alemã, que mostrou avanço a 58,2 no mês passado, maior nível desde março de 2018.

Na marcação acima, índice Dax, de Frankfurt, marcava alta de 1,97%, a 11.783,38 pontos, acompanhado pelo índice FTSE 100, da Bolsa de Londres, que subia 1,20%, a 5.644,03 pontos. Por lá, destacavam-se os ganhos do Ocado Group Plc (9,71%), líder britânico de vendas on-line de alimentos, após o Reino Unido decretar novo lockdown para conter o repique de casos de covid-19.

Em Paris, o índice CAC 40 subia 1,98%, a 4.685,11 pontos, e, em Milão, o FTSE MIB marcava alta de 2,01%, a 18.303,73 pontos.

Já o índice Ibex 35, de Madri, apontava avanço de 1,47%, a 6.546,70 pontos, e o PSI 20, de Lisboa, de 1,19%, a 3.991,89 pontos.

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