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Coteminas abre rede de varejo Artex

É a segunda operação própria desde que o grupo mineiro comprou a totalidade da MMartan, em agosto

O Estado de S.Paulo

25 de outubro de 2011 | 03h06

O grupo Coteminas está abrindo sua segunda operação própria de varejo, com a marca Artex. É a segunda rede de varejo do grupo mineiro após a aquisição da rede MMartan. A expectativa da companhia é de encerrar este ano com 30 unidades da rede de lojas Artex, que terá mix de produto com artigos de cama, mesa, banho e decoração. Entre os produtos vendidos na rede estão itens de fabricação própria e também importados.

O lançamento da loja conceito da Artex, no Shopping Eldorado, na capital paulista, ocorrerá na quinta-feira. Nas últimas semanas já foram abertas seis lojas da Artex em São Paulo (nos shoppings Anália Franco, Granja Viana e Tamboré); no Rio de Janeiro (no Barra Shopping); em Belo Horizonte (no BH Shopping); e em Campinas, no Shopping Parque Dom Pedro.

Em agosto, o grupo Coteminas anunciou a aquisição da participação restante na MMartan, da qual havia adquirido 65% do controle em abril de 2009. A MMartan atua num segmento onde alguns de seus principais concorrentes são a Tok&Stok e a Camicado - cujo controle foi adquirido recentemente pelas Lojas Renner.

Fabricante de fios. Os produtos com a marca Artex eram distribuídos por outras redes varejistas. A Artex, fundada em Blumenau (SC), foi adquirida pela Coteminas em 1998. O grupo mineiro foi criado pelo ex-vice-presidente da República, José Alencar, morto em março. Atualmente, a companhia é comandada por seu filho, o empresário Josué Gomes da Silva.

Há dois anos, a Coteminas, que nasceu como fabricante de fios, já havia adquirido parte da MMartan, também voltada para a produção de linhas de cama, mesa e banho, aquisição concluída somente em meados deste ano.

O grupo Coteminas, batizado Companhia de Tecidos Norte de Minas, se tornou uma das maiores companhias têxteis do mundo ao se fundir, em 2005, com a empresa norte-americana Springs Global, que também passou a comercializar produtos brasileiros./ R.P. E MARCELO PORTELA

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