Tasso Marcelo/Estadão
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Contran adia em 1 ano a introdução obrigatória de equipamentos de segurança nos carros

Anfavea disse que mudança no cronograma se deve ao impacto financeiro causado pela paralisação do mercado na pandemia; prevista para 2022, instalação de dispositivos ficou agora para 2023

Eduardo Laguna, O Estado de S.Paulo

22 de outubro de 2020 | 23h48

Atendendo ao pedido das montadoras, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) estendeu nesta quinta-feira, 22, em um ano o prazo da instalação obrigatória de equipamentos de segurança nos automóveis.

Entre os dispositivos da lista está o controle eletrônico de estabilidade, o ESC, responsável por dar estabilidade aos automóveis em curvas fechadas, desvios bruscos e pista escorregadia. O dispositivo, já obrigatório desde o início deste ano em novos modelos, teria de ser instalado em todos os carros produzidos ou importados no Brasil a partir de janeiro de 2022. Agora, ficou para janeiro de 2023.

Também foi adiada em um ano a introdução da proteção contra batidas laterais, que estava prevista para 2023 a todos os carros, além dos faróis de rodagem diurno, o aviso de não afivelamento de cintos de segurança, o indicador de direção lateral e o sinal de frenagem de emergência. Estes últimos estavam previstos para 2021.

 Os veículos pesados também tiveram itens adiados por um ano, conforme informa nota do Ministério da Infraestrutura.

A Anfavea, entidade que representa as montadoras, justificou o pedido de mudança no cronograma ao impacto financeiro sofrido por causa da paralisação do mercado na pandemia. Também argumentou que as medidas de restrição comprometeram as atividades de engenharia e, como consequência, o cronograma de testes dos dispositivos. Segundo estimativas anunciadas pela associação, a adequação às normas de segurança exigem investimentos de R$ 2 bilhões das montadoras.

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