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Credit Suisse tem prejuízo anual recorde em 2008

O segundo maior banco da Suíça informou, no entanto, que 2009 começou com um bom desempenho

LISA JUCCA, REUTERS

11 de fevereiro de 2009 | 08h53

O Credit Suisse publicou um prejuízo pior que o esperado para o quarto trimestre, de 6 bilhões de francos suíços (5,2 bilhão de dólares), o que fez a instituição a sofrer uma perda anual recorde. Mas o banco suíço informou que 2009 começou com um bom desempenho e todas as suas divisões estão mostrando lucro no ano, ecoando comentários positivos do rival UBS que na terça-feira divulgou o maior prejuízo líquido anual da história corporativa da Suíça.   Veja também: Bolsas europeias abrem em baixa após plano vago dos EUA Entenda o novo plano dos EUA para resgatar bancos Senado aprova pacote de US$ 838 bilhões por 61 votos a 37 EUA anunciam US$ 1 trilhão para bancos com problemas De olho nos sintomas da crise econômica  Dicionário da crise  Lições de 29 Como o mundo reage à criseO segundo maior banco da Suíça informou nesta quarta-feira que seu prejuízo líquido para o ano todo somou 8,2 bilhões de francos, em linha com a previsão de alguns jornais suíços, mas pior que uma estimativa média de analistas consultados pela Reuters, de 6,3 bilhões de francos. No trimestre, a expectativa para o prejuízo era de 4 bilhões de francos. O Credit Suisse já tinha alertado em dezembro que sofreu um prejuízo líquido de cerca de 3 bilhões de francos em outubro e novembro e que iria registrar encargos de reestruturação de cerca de 900 milhões de francos no trimestre por conta de eliminação de 5.300 empregos ou 11 por cento da força de trabalho da instituição. O Credit Suisse informou que sua divisão de banco de investimento sofreu perdas significativas em dezembro porque mecanismos padrões de hedge começaram a se tornar ineficientes por causa das turbulências dos mercados e aumento dos spreads de crédito. "Os resultados são negativos e não muito melhores que os do UBS no quarto trimestre, mas há muitos itens não recorrentes impactando", afirmou o analista Georg Kanders, do West LB. "No geral, eu diria que a área de gestão de fortunas foi muito melhor que a do UBS. Eles tiveram também um início positivo em janeiro e confirmaram que tiveram novos fluxos de recursos entrando em janeiro."

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