Rafael Arbex/Estadão
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Crédito para o agronegócio será facilitado e com juros baixos, diz BB

Para o vice-presidente de Agronegócios do banco, Tarcísio Hübner, há ainda a opção decaptações externas

Camila Turtelli, Leticia Pakulski e Nayara Figueiredo, O Estado de S.Paulo

30 de novembro de 2017 | 05h00

O vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil, Tarcísio Hübner, disse na abertura do Summit Agronegócio 2017 que o agronegócio representa 23% do PIB brasileiro e é responsável pelo superávit na balança comercial. Ele atribuiu esse resultado às tecnologias empregadas e ao acesso a crédito. Hübner comentou que, com o cenário de juros mais baixos, crédito não será problema no futuro. “Estará mais disponível e competitivo, com juros baixos”, afirmou o executivo, acrescentando que o financiamento externo também estará mais acessível aos produtores rurais brasileiros. “Temos a opção de funding externo e o que não falta é recurso no mundo.”

O representante do maior banco financiador do agronegócio do País, com cerca de 60% das contratações, ponderou que o crédito terá um papel importante no estímulo ao plantio em um cenário menos remunerador. “As margens são apertadas e, se o produtor não garantir a renda, teremos problemas.” Segundo ele, um dos desafios é levar plataformas e soluções digitais para garantir maior rentabilidade ao campo.

Com relação ao seguro agrícola, o executivo do BB disse que o banco substituiu a oferta de seguro de produção pelo seguro de faturamento, mas cobrou maior participação das seguradoras. “Para que avance, seguro de faturamento precisa ser mais ofertado”, assinalou. 

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