Divulgação/ Electrolux
Divulgação/ Electrolux
Conteúdo Patrocinado

Cresce a demanda por eletrodomésticos mais econômicos

Crise hídrica e alto custo da conta de luz impactam em mudanças na regulamentação do Inmetro, que estabelece nova classificação para os equipamentos de acordo com sua eficiência energética

Electrolux, Estadão Blue Studio
Conteúdo de responsabilidade do anunciante

17 de dezembro de 2021 | 11h00

A partir de 1º de julho de 2022, passa a vigorar uma nova classificação para refrigeradores, que tem como foco a redução do consumo de energia no Brasil. Resultado de uma atualização do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), a revisão foi também impulsionada pela crise hídrica, considerada por especialistas como a pior dos últimos 91 anos, e pela necessidade e oferecer condições para que os consumidores possam escolher, de maneira simples, os produtos que consomem menos energia. Dessa forma, a portaria nº 332 do Ministério da Economia/Inmetro, publicada em 4 de agosto de 2021, estabelece novas regras para a classificação desses produtos, prevendo a adoção de subclasses para que o consumidor possa identificar as diferenças nos novos níveis de eficiência energética por meio de etiquetas, partindo dos equipamentos de topo de linha, que são classificados como A. Em relação às subdivisões, os refrigeradores mais econômicos serão classificadas como A+++, mostrando uma eficiência até 30% maior em relação ao atual A; A++, indicando 20% a menos no consumo; e, por fim, em A+, indicando uma economia de 10%.

A Electrolux, empresa líder em eletrodomésticos no Brasil, possui 100% do seu portfólio de refrigeradores já atendendo às novas classificações da primeira fase do programa e produz normalmente refrigeradores com a classificação A+++ dentro das normas do PBE. "Essa iniciativa vai além do cumprimento de legislações locais, pois traduz na prática nossos compromissos públicos globais em sustentabilidade, que envolvem liderar em soluções de produtos eficientes em água e energia", diz João Zeni, diretor de Sustentabilidade para Electrolux América Latina. Ele explica que a companhia busca melhorar continuamente seus processos de desenvolvimento de produtos e, também, investe em soluções com tecnologias de última geração para garantir melhorias para o consumidor. "Especialmente diante dos desafios relacionados à crise hídrica, do aumento das contas de energia e até da necessidade de evitar o desperdício de alimentos", completa.

Estratégia sustentável

Presente no Brasil desde 1926 e no mundo desde 1919, a Electrolux tem em seus pilares de atuação a inovação e a tecnologia, voltadas para eficiência energética e sustentabilidade, com compromissos que permeiam toda a empresa e suas áreas de atuação. Dessa forma, em torno de 3,3% da receita líquida da companhia é destinada a ações relacionadas à sustentabilidade, e 26% do faturamento global da empresa em 2020 veio de produtos com altos níveis de eficiência em água e energia, com metas de redução que são revisadas constantemente. "Costumamos dizer que não buscamos atender uma estratégia de sustentabilidade, mas sim ter uma estratégia sustentável, com envolvimento de toda a empresa nessa agenda. Esse propósito faz parte da agenda global da Electrolux há muitos anos, que reflete em nossa liderança na indústria durante 12 anos consecutivos no Dow Jones (DJSI World), um dos mais importantes índices de sustentabilidade no mundo", diz Zeni.

Com foco nas necessidades dos consumidores e presente em mais de 38 milhões de lares brasileiros, a Electrolux investe em pesquisas e em inovação para oferecer alternativas mais econômicas em eletrodomésticos e que, ao mesmo tempo, consumam menos recursos naturais - em sua produção, por meio do uso de materiais reciclados, apostando na circularidade -, até o desenvolvimento de tecnologias que permitam redução no consumo de recursos e emissão de poluentes durante sua vida útil na casa do consumidor, por exemplo, preservando mais os alimentos e aumentando a durabilidade das roupas.

Neste ano, a empresa lançou refrigeradores que estão na lista dos produtos mais eficientes em energia do mercado brasileiro, representando economia de até 45% no consumo, quando comparado a geladeiras de etiqueta A anteriores. Pensando também em reduzir o desperdício de alimentos, a Electrolux trouxe tecnologias que aumentam a preservação de alguns alimentos para até 14 dias*. "Atuamos para que nossos produtos sejam mais econômicos, otimizem o uso da água e gerem menos emissões de gases causadores do efeito estufa. É importante mencionar, também, que buscamos tecnologias combinadas, como a de controle de temperatura e umidade, que atuam na preservação dos alimentos dentro dos refrigeradores e têm trazido resultados importantes na redução do desperdício de comida, reverberando impactos positivos para outras cadeias produtivas e no dia a dia do consumidor, por meio da redução de ida às compras de alimentos", finaliza o diretor de Sustentabilidade para Electrolux América Latina.

A combinação de um produto mais eficiente, que ao mesmo tempo entrega funcionalidades que permitam reduzir impactos no desperdício de alimentos ou aumento de vida útil de roupas, demonstra como os eletrodomésticos poder servir como viabilizadores de redução de impactos ambientais, e não apenas como consumidores de recursos, como energia e água.

*Resultados obtidos em testes realizados pela Universidade Regional de Blumenau (Furb) em morangos, cogumelos e alface.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.