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Cresce expectativa do consumidor no 2º tri, aponta CNI

O Indice Nacional de Expectativa do Consumidor, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), teve um aumento de 0,8% no segundo trimestre do ano comparativamente ao primeiro, e de 6,6% em comparação ao segundo trimestre do ano passado. Segundo o coordenador do Departamento de Políticas Econômicas da CNI, Flávio Castello Branco, esse aumento maior em relação ao mesmo período de 2001 se deve principalmente ao fim do racionamento de energia elétrica. Ele lembrou que na época, a possibilidade de apagão influenciou fortemente as expectativas em relação a inflação, desemprego e renda. A pesquisa detectou ainda uma pequena melhora nas intenções de compras no trimestre. No entanto, Castello Branco acredita que não se deve esperar um forte consumo nos próximos meses. As expectativas para a evolução do desemprego também melhoraram de forma significativa. A participação dos que acreditam em aumento do desemprego caiu de 68% no 1º trimestre de 2002 para 59% no segundo trimestre. As perspectivas pessoais para o ano são as que mais pioraram, segundo mostrou a pesquisa. Houve queda de 3,8% do indicador em relação ao primeiro trimestre deste ano.Segundo a CNI, 54% dos 2 mil entrevistados pelo Ibope disseram acreditar que a inflação vai aumentar no próximo semestre do ano, 44%, que nada vai mudar e 2%, que vai diminuir. Em relação ao desemprego, 64% acham que ele vai aumentar, 29% acreditam que vai continuar no atual nível e 7% acham que vai diminuir. Em relação à geração de renda em geral, 54% acham que vai cair, 41% que vai continuar estável e 5% que vai aumentar no próximo semestre. A pesquisa diz também que 61% acreditam que vão manter sua renda, 26% que ela vai diminuir e 13% que vai aumentar.

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