Crescer sozinho ou apelar para um investidor?

O timing para trazer um novo sócio ao negócio é um dilema para a maioria dos empreendedores. Via de regra, ele acredita tanto no seu negócio que não quer abrir mão de parte de sua participação. O pensamento aqui tem de ser: mais vale ter uma parte de uma empresa de centenas de milhões de reais do que 100% de um negócio pequeno. Para que esse capital realmente funcione como alavanca, é preciso cumprir algumas regrinhas básicas:

Análise: Letícia Queiroz, O Estado de S.Paulo

20 de julho de 2010 | 00h00

1. "Quem tem sócio tem patrão". A partir do momento que se traz um investidor, por menor que seja sua participação, é preciso ser transparente e prestar contas.

2. É necessário priorizar o investimento. Dessa forma, o empreendedor se apropria do crescimento e tem a garantia de que o dinheiro será investido nos melhores projetos.

3. O empreendedor não pode abrir mão do controle. Nenhum investidor entende mais do seu negócio do que ele próprio.

4. Caso o investidor prometa agregar valor em gestão, é importante vincular, em contrato, o valor pago a algo quantificável.

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