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Crescimento ainda não traz otimismo, diz executivo

O crescimento do PIB industrial brasileiro de 4,1% em abril ante março, e 6% em abril ante o mesmo mês de 2001, divulgado hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), não vai deixar a indústria otimista. E no final do ano o PIB industrial não deverá apresentar crescimento, porque o consumo não está aumentando. A análise de Sérgio Haberfeld, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis (Abief) e do Conselho de Administração da Dixie-Toga, maior fabricante nacional de embalagens. "Esses números servem só para propaganda", afirmou. Segundo ele, esse crescimento é "aparentemente expressivo" porque é sobre uma base de comparação pequena. "Foi nessa época do ano passado que começou o racionamento de energia elétrica e que a produção da indústria começou a cair violentamente", disse. Segundo ele, mesmo que os números dos próximos meses também sejam positivos, o PIB nacional deverá fechar em apenas 1,5%. Segundo Haberfeld, o alento é que os salários começam a ter um certo crescimento. "Os contratos coletivos têm sido fechado com aumentos de salários. O consumo pode aumentar a partir disso".

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