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Crescimento da China depende de reformas, alerta FMI

O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou, na seção analítica de seu relatório semi-anual sobre a economia mundial, que a manutenção das elevadas taxas de crescimento econômico registradas pela China vai depender dos esforços do país para dar continuidade às reformas em áreas como bancos e empresas estatais.Embora tenha reconhecido os esforços recentes da China para lidar com empréstimos podres estimados em US$ 500 bilhões, o FMI disse que o país, com a finalidade de alocar dinheiro para companhias mais eficientes, "precisa fortalecer os balanços patrimoniais dos bancos, ampliar sua orientação de mercado e desenvolver mais os mercados de capitais".O Fundo também instou para que sejam feitas reformas nas empresas estatais, que produzem cerca de um terço do PIB da China. Aproximadamente 40% delas devem apresentar prejuízos. Nesse setor, "o trabalho excessivo continua depreciando a produtividade, a governança corporativa ainda é fraca e a maioria das empresas continua operando sem grandes limites orçamentários", afirma o relatório. O FMI também destacou a necessidade de ampliar esforços no campo da educação, no treinamento dos trabalhadores e na reforma do sistema previdenciário.CâmbioO diretor de pesquisa do FMI Raghuram Rajan reiterou a posição do Fundo de que é desejável que a China adote uma taxa de câmbio mais flexível. A moeda chinesa, o yuan, está hoje fixada em 8,28 por dólar. Ele discordou, entretanto, da visão de alguns políticos e industriais norte-americanos de que a taxa de câmbio fixa da China seja a causa para o grande déficit em conta corrente dos EUA. "Há uma série de outros fatores que precisam estar presentes para derrubar o déficit dos EUA." As informações são da Dow Jones.

Agencia Estado,

14 de abril de 2004 | 16h56

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