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Crescimento do México ficará mais forte, diz BC

O presidente do Banco Central do México, Agustín Carstens, afirmou neste sábado que ainda enxerga uma recuperação robusta no crescimento do país este ano, após um primeiro trimestre decepcionante.

DOW JONES NEWSWIRES., Agencia Estado

12 de abril de 2014 | 17h48

O inverno rigoroso dos EUA prejudicou as exportações mexicanas, levando muitos analistas a preverem um corte de meio ponto porcentual nas expectativas de crescimento divulgadas pelo BC mexicano, de entre 3% e 4% em 2014.

"Mesmo após um primeiro trimestre mais fraco, o que esperamos é que teremos um resto de ano muito mais forte", disse Carstens, durante a reunião de primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Mesmo assim, ao ser questionado se descartaria um corte na previsão de crescimento do Banco do México, Carstens falou da próxima reunião de política monetária. "Vamos esperar até meados de maio, quando emitiremos nosso primeiro relatório de inflação deste ano", afirmou.

O dirigente disse também que a recuperação fraca em economias desenvolvidas como as europeias e o Japão está pesando sobre o crescimento dos países emergentes. "É muito difícil esperar que os mercados emergentes continuem crescendo a ritmo rápido quando as economias avançadas estão crescendo abaixo do potencial", apontou.

No entanto, segundo ele, o fortalecimento dos EUA - principal parceiro comercial do México - e as mudanças na política econômica mexicana tornarão o país mais competitivo, o que deve dar um impulso adicional ao Produto Interno Bruto (PIB) do México. Carstens afirmou que o plano do governo mexicano de abrir o setor de petróleo e gás natural do país ao desenvolvimento privado pode impulsionar o PIB potencial do México em entre 0,8% e 1% nos próximos anos.

Ele acrescentou que o país está preparado para a normalização da política monetária do Federal Reserve, que está elevando os custos dos empréstimos ao redor do mundo.

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