Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Criação de vagas formais no País sobe 13,38% até julho

A indústria continua na puxando a economia. Já os setores agropecuário e de serviços registraram resultados negativos

Isabel Sobral, da Agência Estado,

22 de agosto de 2007 | 12h03

A criação de empregos com carteira assinada no Brasil registrou crescimento de 13,38% entre os meses de janeiro e julho deste ano, totalizando 1.222.495 novas vagas. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 22, pelo Ministério do Trabalho. Apenas no mês de julho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) registrou a criação de 126.992 vagas, número 17,73% inferior ao apurado no mesmo mês de 2006, quando foram abertas 154.357 vagas no mercado de trabalho formal.A indústria continua na puxando a economia. Em julho, foram 28,9 mil novas vagas contra 20,9 mil do mesmo período do ano passado. Já os setores agropecuário e de serviços registraram resultados negativos. Segundo o ministério, houve uma antecipação de colheita de safras, particularmente a cafeeira, este ano que resultou em antecipação também das demissões. Em julho, o setor agrícola criou 7 mil novas vagas enquanto no mesmo mês de 2006 foram criados 27,7 mil empregos. Em serviços foram gerados 38,1 mil novos postos contra 52,1 mil no mesmo mês de 2006."Já acumulamos até julho tantos empregos formais quanto os acumulados nos 12 meses do ano passado", comemorou o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. Ele disse que a expectativa do governo é que a economia crie, em todo este ano, cerca de 1,6 milhão de empregos com carteira assinada. Isso porque há "consistência dos bons indicadores econômicos e a geração de vagas com carteira assinada está diretamente relacionada com o crescimento econômico".  

Tudo o que sabemos sobre:
Cagedemprego

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.