Crise global centra agenda de cúpula da Asean na Tailândia

Líderes devem aumentar a US$ 123 bilhões o fundo comum constituído para enfrentar a turbulência financeira

EFE

28 de fevereiro de 2009 | 03h47

A crise financeira mundial, seus efeitos e a busca de uma forma para superá-la são o centro da agenda da cúpula que os chefes de Estado e de Governo dos países-membros da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean) inauguram neste sábado em Cha-am, cerca de 155 quilômetros ao sul de Bangcoc. A integração econômica, que objetiva o estabelecimento de uma área de livre-comércio em 2015, o desenvolvimento e a aplicação da carta de princípios da Asean, aprovada em 2007 e que entrou em vigor em dezembro passado, e a segurança regional, são outros dos assuntos a serem avaliados na reunião que termina no domingo. Os líderes devem aprovar medidas coordenadas para combater a crise e, provavelmente, decidir aumentar a US$ 123 bilhões o fundo comum constituído para enfrentar a turbulência financeira internacional.  Fora isso, devem ser reforçados os acordos conseguidos pelos ministros da Economia na reunião preparatória realizada na quinta-feira passada. A Asean é integrada por Mianmar, Brunei, Camboja, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Cingapura, Tailândia e Vietnã, países que juntos têm população de 570 milhões.

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