Renda extra

Fabrizio Gueratto: 8 maneiras de ganhar até R$ 4 mil por mês

Crise imobiliária pode tirar 1,3 ponto do PIB dos EUA

O diretor do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) Frederic Mishkin disse que o efeito propagador do "derretimento" do mercado hipotecário pode subtrair mais de um ponto porcentual do crescimento geral do PIB dos EUA. Os comentários de Mishkin vieram na forma de uma discussão de um trabalho escrito por vários economistas de Wall Street e economistas acadêmicos que foi apresentado em um fórum de política monetária patrocinado pela Universidade de Chicago e Universidade Bandeis em Nova York. O texto, escrito por David Greenlaw, do Morgan Stanley, Jan Hatzius, do Goldman Sachs, Anil Kashyap, da Universidade de Chicago, e Hyun Song Shin, da Universidade Princeton, concluiu que o declínio no crédito em virtude da crise do mercado hipotecário vai reduzir o PIB ao longo do próximo ano em 1,3 ponto porcentual. Em seu comentário, Mishkin disse que o dado "não é implausível", mas "existem razões para ficar desconfiado". Os autores podem ter assumido um impacto econômico excessivo do declínio nos empréstimos por instituições financeiras alavancadas, disse Mishkin. "Por outro lado, o impacto estimado sobre a economia pode ser muito baixo", disse Mishkin, uma vez que "a desordem ao sistema financeiro é muito mais ampla do que apenas as instituições alavancadas". "Na medida que o derretimento no mercado de hipotecas tem revelado problemas ainda mais profundos no sistema financeiro, o impacto negativo sobre a atividade econômica poderá ser ainda maior" do que os autores estimam, disse o diretor do Fed. Como base para o estudo, os autores usaram uma estimativa de que as perdas de crédito hipotecário vão somar cerca de US$ 400 bilhões ao longo dos próximos dois anos. As informações são da Dow Jones.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.