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Crise jogará milhões na miséria, prevê FMI

No alerta mais sério já feito sobre a crise, o diretor-gerente do Fundo aponta para o risco de guerra

Jamil Chade, correspondente de O Estado de S. Paulo,

23 de março de 2009 | 07h10

No alerta mais sério já feito sobre a crise, o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI) Dominique Strauss Kahn alertou nesta manhã em Genebra que "milhões serão jogados para a miséria" e aponta para o risco de conflitos como resultado da recessão mundial. "A tensão social já é uma ameaça para a democracia e a crise ainda pode acabar em guerra em alguns locais. Quando há uma tensão social, não podemos excluir que alguém possa tentar encontrar derivativo em conflito diante da crise", alertou Strauss Kahn.

 

Segundo ele, a economia mundial terá uma queda entre 0,5% e 1% em 2009. "Os países emergentes também sofrerão", alertou. Para ele, há uma chance de uma recuperação para a economia em 2010. Mas isso ainda dependerá de como governos não responder à crise.

 

Ele apelou nesta manhã por políticas amplas para lidar com a crise, além de uma solução para os bancos. "Até que os bancos não sejam limpados, não haverá uma recuperação", disse. "Apagar o fogo é complicado. Mas é melhor que deixar a casa pegar fogo", concluiu o diretor-gerente.

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