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Crise motivou correção de rumos para crescer, diz diretor da WEG

Segundo Gustavo Iensen, fábricas no exterior são trunfo da empresa para ampliar competitividade no comércio exterior

O Estado de S. Paulo

15 de dezembro de 2015 | 03h00

A capacidade de produzir os mesmos produtos no Brasil e no exterior é a aposta da WEG, para superar a concorrência no mercado externo. Quem afirma é Gustavo Iensen, diretor superintendente internacional da empresa, especializada na fabricação e comercialização de motores elétricos, transformadores, geradores e tintas.

“Com fábricas na Argentina, EUA, Alemanha, Portugal, China, dentre outros lugares, conseguimos balancear nossa competitividade quando os custos no Brasil se tornam desfavoráveis ou vice-versa”, diz Iensen.

Com a desvalorização cambial no País, a busca pelo comércio exterior tem sido ampliada na WEG que, em 2014, já registrou 51% dos seus R$ 7,84 milhões de receita líquida vindos do mercado externo.

O conturbado cenário político e econômico no Brasil, inclusive, não assusta a empresa, que espera fechar o ano com crescimento e também projeta um 2016 positivo para os negócios. “A crise não apareceu de repente, ela já vem dando sinais há algum tempo que nos fizeram acelerar alguns projetos e desacelerar outros”, conta o executivo.

A estratégia da empresa se baseia na diversificação do portfólio de produtos. A WEG, diz Iensen, procura aproveitar grandes tendências mundiais, como a sustentabilidade. Por conta disso, a empresa tem investido no desenvolvimento de produtos mais eficientes, como motores de alto rendimento e de sistemas para energias alternativas, como eólica e solar, para conseguir ampliar mercados.De acordo com Iensen, a América do Norte continua sendo o maior mercado da WEG fora do Brasil. Em seguida, está a União Europeia e, em terceiro, os países da América Latina. “Neste momento, prospectamos o Leste Europeu. A África é interessante.”

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