Crise na Síria não se resolve com armas, ressalta Dilma

A presidente da República, Dilma Rousseff, citou a violência ocorrida na Síria e defendeu o fim do conflito armado que atinge o país. "A Síria produz um drama humanitário de grandes proporções em seu território e em de seus vizinhos", afirmou a presidente, em discurso na abertura da 67ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. "Assistimos consternados à gravíssima situação na Síria. "Como presidente de um País de pátria de milhões de descendentes sírios, apelo para baixarem as armas. Não há solução militar para a crise síria".

WLADIMIR D'ANDRADE, Agencia Estado

25 de setembro de 2012 | 12h01

Dilma comentou sobre o caso da Síria após citar as revoltas no Oriente Médio e norte da África da chamada Primavera Árabe. "Importantes movimentos populares desencadearam processos de transição, cujo sentido e direção ainda não podem ser totalmente estabelecidos", afirmou.

De acordo com ela, por trás dessas manifestações sociais estão a insatisfação da população dos países envolvidos com a situação de desemprego, pobreza e restrição de liberdades civis impostas por governos totalitários.

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