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Crise nos EUA completa 15 dias e já afeta economia

Paralisação prejudica programas sociais e deixa empresas que trabalham com o governo sem receitas

O Estado de S.Paulo

16 de outubro de 2013 | 02h10

O telefone da Casa Branca é atendido por uma gravação eletrônica que lembra os desavisados que o governo está fechado em razão da não aprovação do orçamento no Congresso. A página na internet do Departamento de Análises Econômicas está fora do ar e a divulgação de estatísticas ficará suspensa até que o financiamento do governo seja restabelecido.

A paralisação da administração federal americana completou ontem 15 dias, com 500 mil servidores impedidos de trabalhar. Se forem incluídos os considerados "essenciais", há cerca de 850 mil pessoas sem receber salários, enfrentando dificuldades para pagar aluguéis, hipotecas, cartões de crédito ou escola dos filhos.

O Departamento de Defesa convocou 350 mil funcionários na semana passada, mas a maioria dos organismos funciona com número mínimo de pessoas. A Nasa, agência espacial americana, está desfalcada em 97% de seus empregados.

Parques, museus e memorais de guerra ligados ao governo federal estão fechados. Sede de muitos deles, Washington está paralisada e parece imersa em um longo feriado.

O fechamento do governo não afeta apenas as finanças dos servidores públicos - que têm a promessa de receber salários retroativamente. Programas sociais foram afetados e inúmeras empresas que têm contratos com o governo enfrentam dificuldades para receber pagamentos, com efeitos para a economia. / C.T.

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