finanças

E-Investidor: "Você não pode ser refém do seu salário, emprego ou empresa", diz Carol Paiffer

Cristina apoiou venda da YPF

Fundada em 1922, a YPF foi a principal estatal argentina até sua privatização em 1992. A venda da empresa foi parte do processo de privatizações do então presidente Carlos Menem. Na época, a privatização foi respaldada pela deputada Cristina Kirchner e seu marido, Nestor, que era governador da petrolífera província de Santa Cruz. Na segunda metade da década dos 90, as crises mexicana, russa e japonesa abalaram a economia argentina. As províncias começaram a vender suas ações. Em 1999, depois da desvalorização do real no Brasil, o Estado e os empresários argentinos venderam a totalidade da YPF à espanhola Repsol. A partir dali, a YPF passou a representar metade do faturamento do grupo. Em 2004, Nestor Kirchner, sem cacife político nem fundos para reestatizar a YPF, anunciou a criação de uma nova estatal petrolífera, a Enarsa, chamada ironicamente de "a mini-YPF".

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.