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CSN diz que foi dela a decisão sobre rompimento de fusão

A assessoria de imprensa da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), que coordenava os assuntos relacionados à fusão com a Corus, informou que a decisão do rompimento de contrato para união das atividades com a empresa anglo-holandesa partiu do Brasil. A CSN alega que as projeções tratadas pela Corus durante a elaboração do plano de negócios ficaram abaixo das expectativas e não estavam em sintonia com a realidade de seu desempenho financeiro. Por essa razão, segundo a assessoria, a CSN decidiu romper o contrato, já que deverá apresentar bons desempenhos operacionais no balanço relativo ao terceiro trimestre, que será apresentado ao mercado hoje à tarde. ComunicadoEm comunicado divulgado por volta das 9 horas, a CSN informa que celebrou, em 17 de julho deste ano, dentro da estratégia de internacionalização das atividades, Memorando de Entendimento não vinculante com a Corus Group com vistas à integração das operações das empresas. A parceria estava sujeita a uma série de condições, a serem discutidas, negociadas e concluídas no prazo de 120 dias da data de assinatura. "Assim sendo, em vista das grandes dificuldades e incertezas atualmente existentes no cenário econômico mundial e nos mercados financeiros internacionais, identificadas pelo "board" da Corus Group, a CSN decidiu não prosseguir com a transação anunciada", diz o comunicado.

Agencia Estado,

13 de novembro de 2002 | 09h41

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