CSN e Vale adiam descruzamento

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) informou há pouco que a conclusão do processo de descruzamento entre a empresa e a Companhia Vale do Rio Doce foi adiado por mais 45 dias. O prazo já havia sido adiado em uma semana. O descruzamento depende da aprovação do empréstimo de US$ 300 milhões pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao grupo Vicunha, para a compra da participação da Previ e Bradespar na siderúrgica.Fontes ligadas ao processo informam que o banco questionou alguns itens da proposta apresentada pelo grupo Vicunha. Mesmo que a operação já tenha sido concluída, a proposta precisa passar novamente pela diretoria do BNDES antes de ser aprovada. A próxima reunião de diretoria do banco acontece na segunda-feira. O restante dos recursos serão obtidos com a Previ e a Bradespar (US$ 150 milhões) e instituições financeiras privadas, mais US$ 150 milhões. Em comunicado, a CSN explica que algumas das condições estabelecidas no acordo assinado em 31 de maio já foram fechadas e outras estão em vias de se concretizar. A empresa disse ainda que os acionistas envolvidos no processo continuam com firme propósito de fechar a operação de descruzamento.

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