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CSN: suspensão de vendas pela Vale é anticoncorrencial

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) considerou a decisão da Vale de suspender o fornecimento de pelotas de forma "abrupta e injustificada" no dia 1º de fevereiro como uma prática anticoncorrencial, conforme nota distribuída hoje. A Vale detém monopólio na produção e venda de pelotas, o que deixa a CSN sem outras alternativas para compra do produto.A companhia entrou com uma ação contra a Vale no dia 6 de fevereiro na 40ª Vara Cível da Comarca da Capital do Rio de Janeiro. O Juiz Alexandre Mesquita concedeu, no dia 13, uma liminar determinando que a Vale retome o fornecimento de pelotas à CSN, sob pena de multa diária no valor de R$ 500 mil.A Vale recorreu no dia 14 para suspender a liminar, mas o pedido foi negado no dia seguinte. Foi determinado que a Vale apresentasse à CSN um cronograma para a retomada imediata do fornecimento. Segundo a nota divulgada pela CSN, até o momento o cronograma ainda não foi encaminhado.

NATALIA GÓMEZ, Agencia Estado

19 de fevereiro de 2008 | 14h04

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