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Cuba quer ampliar abertura para investimento estrangeiro em turismo

Feira internacional busca atrair empresas e representantes de governos

Efe,

09 de maio de 2013 | 15h48

VARADERO - "Tudo aqui é coletado para o povo", diz uma grande placa na estrada ladeada por palmeiras que conduz a uma das estâncias turísticas mais belas e visitadas no mundo.

É Varadero, 138 km a leste de Havana, que recebe 44% dos turistas que viajam para a ilha socialista. A península de praias de areia branca e mar azul-turquesa, com grande variedade de flora e fauna marinhas, tem instalações turísticas e dezenas de hotéis de luxo que são propriedade do Estado. Mas já existem muitas empresas internacionais atuando na ilha, a maior parte delas da Espanha.

Em 2012, 2,8 milhões de estrangeiros visitaram Cuba, 4,5% a mais que no ano anterior. Este ano o número deve passar dos 3 milhões, de acordo com estimativas oficiais.

As receitas de turismo são vitais para a ilha, que busca aumentar a meta nacional do setor com uma legislação que abre caminhos cada vez mais flexíveis para a entrada de empresas e turistas estrangeiros.

"Cuba quer diversificar o turismo e os mercados de acordo com os tempos que estamos vivendo", afirmou o Ministro do Turismo, Manuel Marrero, durante a Feira Internacional de Turismo que está sendo realizada esta semana em Varadero.

No evento internacional, o setor turístico cubano desenvolveu uma intensa atividade para promover seus dez locais declarados pela Unesco como Patrimônio Mundial como Havana e Vale de Viñales, na Província de Pinar del Rio.

No coração do centro histórico de Havana é visível o importante processo de restauração de praças e edifícios emblemáticos, incluindo lendários bares de filmes ou da literatura.

A memória do Prêmio Nobel Ernest Hemingway permanece nos edifícios restaurados da cidade onde, nos anos 30, o autor escreveu alguns dos seus livros mais famosos.

Na atual Cuba de contrastes entre o passado e o presente, se o turista pergunta sobre o líder revolucionário cubano Fidel Castro, que está há sete anos afastado do poder,  os moradores desconversam. "Fidel está sempre presente, como um sol que brilha sobre nós", responde um morador.

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