Cuidados com a saúde financeira ganham mais espaço na pandemia
Conteúdo Patrocinado

Cuidados com a saúde financeira ganham mais espaço na pandemia

Prioridades mudam com a crise, e brasileiros buscam alternativas que garantam segurança no longo prazo

Media Lab Estadão, O Estado de S.Paulo
Conteúdo de responsabilidade do anunciante

21 de março de 2021 | 07h00

A pandemia não mudou apenas os cuidados com a saúde física e emocional e o comportamento social e profissional das pessoas, mas também tem provocado transformações na maneira como se relacionam com o dinheiro e como pretendem se planejar para o futuro. Se antes da crise provocada pelo coronavírus o brasileiro tendia a se voltar a projetos de curto prazo – como fazer uma viagem ou trocar o smartphone –, nos últimos tempos muitos têm buscado reavaliar as prioridades. Nesse novo momento de reflexão, o planejamento financeiro ganha espaço.

No mês das mulheres, motivado pelo Dia Internacional da Mulher (08/03), vamos jogar luz sobre as transformações comportamentais que já são possíveis notar ao avaliarmos como a saúde financeira era administrada por elas antes da pandemia, como está agora, durante a pandemia, e como deve ficar quando a pandemia terminar. A SulAmérica acredita na conexão entre as saúdes física, emocional e financeira para se alcançar uma vida plena no presente e no futuro. Esse conceito é batizado pela companhia de Saúde Integral.

Outro olhar para investimentos

De uma forma geral, analisa Maria Augusta Mosca, diretora de Risco, Compliance, Produtos e Operações da SulAmérica Investimentos, a pandemia escancarou a importância de um planejamento financeiro ao pegar as pessoas de surpresa com a perda de emprego ou, no caso das empreendedoras, o fechamento de seus negócios, muitas vezes por não terem reservas. “A gente sabe que não é tarefa fácil, mas sempre recomendamos que as pessoas tenham uma reserva de emergência para poderem se manter por, pelo menos, 12 meses”, diz Maria Augusta.

Os dados de investimentos trazidos no quadro abaixo corroboram o que diz Maria Augusta: “Percebemos internamente que a mulher investe de olho em resultados de longo prazo, enquanto os homens pensam em resultados imediatos e apostam em fundos com perfil mais arriscado. Ela olha mais para o futuro e por isso avalia os riscos sob outra ótica”. 

Cresce procura por seguro de vida

Os seguros de vida são outro termômetro da mudança comportamental. Esse segmento cresceu de forma relevante no último ano. “O seguro de vida pode ser desenhado de acordo com as necessidades de cada um e tem coberturas extras para diversas situações. Em linha com nosso posicionamento de Saúde Integral, incluímos, sem custo para os clientes, o uso da plataforma de telemedicina, o Médico na Tela, para segurados de Vida Individual”, diz Juliana Ave, superintendente de Produtos Vida e Previdência da SulAmérica.

Previdência privada também ganhou relevância. “As pessoas passaram a se preocupar mais com essa questão e buscaram oportunidades na Previdência Aberta. Quem já tinha posição no produto, com a queda das taxas de juros, preferiu investir em alternativas um pouco mais arriscadas. Percebemos uma migração de fundos de renda fixa para fundos multimercados, por exemplo”, avalia Juliana.

Outro benefício da SulAmérica previdência para se levar em conta é a flexibilidade na movimentação entre fundos. “Somos multifundos e, tudo pode ser feito digitalmente, permitindo que nossos clientes tenham uma experiência simples e ágil. Temos também uma plataforma intuitiva e responsiva, o PrevInvest On line”, diz Juliana. Para apoiar nossos clientes, lançamos o SOSPrev para socorrer aqueles que têm um plano ativo e precisam de ajuda financeira emergencial”, afirma a executiva. Com o SOSPrev, os clientes de planos de previdência individual têm acesso rápido e fácil a um crédito equivalente a até 50% da reserva previdenciária.

Quem quer estar em dia com seu planejamento financeiro encontra muitas alternativas, para todos os perfis e montantes. “O importante é dar o primeiro passo e manter a disciplina com o recurso que for possível guardar”, diz Maria Augusta. “Nesse novo contexto é fundamental abraçar a cultura do planejamento financeiro. Nunca é tarde para começar a se planejar”, completa Juliana. Essas mudanças culturais, acreditam as executivas, deverão ficar como mais um dos aprendizados de um período tão difícil da história mundial.

766E3C01-53A8-483E-9B06-CCE0C7108013
Percebemos que a mulher investe de olho em resultados de longo prazo, enquanto os homens pensam em resultados imediatos e apostam em fundos com perfil mais arriscado. Ela olha mais para o futuro e por isso avalia os riscos sob outra ótica
E0EAB005-9061-4B3D-86B9-AEB61693E313
Maria Augusta Mosca, diretora na SulAmérica Investimentos

ASG (ou ESG) cresce e mostra preocupação com o coletivo

Com todo o impacto mundial gerado pela pandemia, a preocupação com o planeta se tornou ainda mais relevante. Essa é uma das explicações para o conceito ESG (sigla em inglês para environmental, social and governance, ou ASG, ambiental, social e governança, em português) ter ainda mais destaque nos últimos tempos, explica Maria Augusta Mosca, diretora de Risco, Compliance, Produtos e Operações da SulAmérica Investimentos. “A pandemia tem feito com que as pessoas olhem mais para a governança das empresas. Com isso, ganham os consumidores, os investidores, as companhias e o planeta”, diz a executiva.

A SulAmérica investimentos já tem tradição em ESG, alinha o tripé ao negócio desde 2009 e está reforçando sua posição com o aumento da oferta de fundos atrelados ao conceito, como o fundo Crédito ESG FI RF CP e o Total Impacto FIA. Este último, além de investir em ações comprometidas com boas práticas de gestão socioambiental, reverte 100% da taxa de administração para o Instituto Vagalume, que promove a leitura em regiões da Amazônia.

Para mais informações, acesse www.sulamericainvestimentos.com.br


 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.