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CUT defende "implosão" do sistema sindical brasileiro

O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), João Felício, defendeu hoje a "implosão? do sistema sindical brasileiro. "O que se tem que fazer primeiro é uma reforma trabalhista e uma nova estrutura sindical no País. O movimento sindical atual tem que ser implodido. Não tem importância se no começo virar uma certa anarquia, porque depois tudo entra no eixo", disse. O principal ponto da reforma defendida por Felício, é a contribuição expontânea dos trabalhadores para o sindicato. "A contribuição compulsória não existe na democracia", disse. A defesa feita por Felício é um ataque velado à outra grande central sindical do País, a Força Sindical, que sobrevive às custas da contribuição compulsória (um dia de salário descontado de cada trabalhador)."Com essa estrutura sindical que está aí, há sindicatos com baixo número de trabalhadores sindicalizados. Tem categoria de 500, 600 mil trabalhadores representada por um sindicato que tem 10 mil associados", disse Felício, que participou hoje do seminário Ambiente Institucional e Reformas, promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

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