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CUT desdenha modelo econômico e pede salário mínimo de R$ 300

O presidente da CUT, Luiz Marinho, levará ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na primeira quinzena deste mês, propostas para um salário mínimo de R$ 300 e criação de emprego através de contratações emergenciais. "Não estou nem aí para o modelo econômico, mas exijo o cumprimento dos compromissos assumidos por Lula na campanha, que são a valorização do trabalhador, salário decente e geração de emprego", afirmou. "Se o governo fixar o salário mínimo em R$ 300, não me importo se terá ou não de baixar os juros", disse.Ele classificou de "embates falsos" as críticas do PT e dos partidos aliados sobre a condução da política econômica e ironizou o mercado financeiro. "Não quero discutir se os juros vão baixar ou não ou se a atual política econômica será mantida, pois a CUT tem formas mais eficientes para cobrar do governo uma política ativa de empregos e não deixar o mercado nervosinho", disse.Na opinião de Marinho, é preciso que o governo dê ao emprego a mesma importância e prioridade que dá para o controle da inflação, a credibilidade da economia e a inserção do Brasil no mercado internacional. "Não somos inocentes ao ponto de imaginar que a prioridade para a geração de emprego e reajuste do salário não vão interferir na política econômica", disse. Mas a CUT, afirmou, acredita ser "possível o governo federal focar na prioridade do emprego e responder aos anseios da população sem entrar no mérito da atual política econômica."

Agencia Estado,

01 de abril de 2004 | 16h31

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