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CUT-SP pede revisão do modelo de concessão rodoviária

A Central Única dos Trabalhadores de São Paulo (CUT-SP) quer que o governo de São Paulo faça uma revisão no modelo de concessão das estradas do Estado nos seis novos editais que serão lançados nas próximas semanas. Para o presidente da entidade, Edílson de Paula, a discrepância existente entre as tarifas federais (R$ 0,02/km) e as estaduais (R$ 0,12/km) - conforme mostrou o resultado do leilão de sete lotes de estradas federais no dia 9 (terça-feira) - coloca em xeque o modelo tucano de privatizar as rodovias.Edílson de Paula argumenta ainda que o governo federal abdicou da cobrança de outorga das empresas vencedoras do leilão e optou por favorecer os concorrentes que apresentassem as menores tarifas de pedágio. "Já o modelo tucano estipula outorga mínima nas concessões, o que se reflete em tarifas mais caras de pedágio", emendou o presidente da CUT-SP.Além do modelo de concessão, a CUT-SP reivindica também a revisão urgente das tarifas (pedágios) cobradas nas rodovias paulistas. O presidente da entidade cita estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que, entre 1995 e 2006, os preços subiram 204% acima da inflação nas rodovias do Estado, enquanto nas rodovias federais o aumento foi de 45% nesse mesmo período.

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