Agência Petrobrás
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CVM acusa 27 pessoas no caso Comperj, entre elas executiva cotada para ministério

Processo é resultado de investigação que apurava irregularidades na construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro

Denise Luna, O Estado de S.Paulo

27 de dezembro de 2018 | 20h57

RIO – A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) instaurou um novo processo administrativo sancionador envolvendo a Petrobrás e a construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) que lista 27 acusados, entre eles a atual chefe da assessoria econômica do Ministério de Minas e Energia, Marisete Dadald, cotada para ser a secretária-executiva na gestão do ministro indicado para a pasta pelo novo governo eleito, Almirante Bento Costa Lima Leite.

O processo administrativo da CVM é resultado do Inquérito Administrativo 6/2016, conduzido pela Superintendência de Processos  Sancionadores (SPS) em conjunto com a Procuradoria Federal Especializada (PFE-CVM), que apurava eventuais irregularidades relacionadas ao possível não cumprimento de deveres fiduciários de administradores da Petrobrás durante a construção do Comperj.

Também são acusados, entre outros, o ex-diretor Financeiro e de Relações com Investidores, Almir Barbassa; o ex-ministro Antonio Palocci; a ex-presidente Dilma Rousseff;  além de ex-membros do Conselho de Administração da estatal, ex-diretores e ex-ministros, como Guido Mantega (Fazenda) e Silas Rondeau (Minas e Energia).

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