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DAC não acredita em cartel da Varig e TAM

O diretor geral do Departamento de Aviação Civil (DAC), major-brigadeiro Washington Machado, negou nesta terça-feira que há prática de cartel no mercado de aviação comercial por causa do acordo de compartilhamento de assentos entre a Varig e a TAM. Para o Ministério da Fazenda, que recomendou o fim da associação, há indícios de combinação dos preços. ?O DAC não acredita em cartelização", afirmou o comandante do DAC, órgão que regula a aviação civil e é subordinado ao Ministério da Defesa, que já defendeu o acordo como alternativa de sobrevivência para o setor.Segundo ele, como mercado tem uma ociosidade de 40%, não é possível "falar que há uma pressão de demanda e uma contenção de oferta, porque a cartelização não se caracteriza nesse sentido?. O parecer do Ministério da Fazenda informou que, junto com a redução de rotas lucrativas, promovida pela Varig e pela TAM, o DAC baixou portarias reduzindo as permissões para pousos e decolagens para reajustar oferta e demanda de vôos, o que prejudicou a livre concorrência. ?As medidas adotadas pelo DAC foram coerentes com a necessidade do nosso País?, disse o militar. Caso o acordo entre as companhias aéreas termine, Machado considerou que o DAC terá de administrar as conseqüências. ?O fim do compartilhamento pode resultar num aumento indesejado da oferta. Esse aumento deve ser administrado. O compartilhamento apenas ajudou a adequar a oferta. Não teve outra finalidade?, disse Machado.

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