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Dado dos EUA anima e Bolsa sobe

Melhora do índice de confiança do consumidor norte-americano em maio ampara ainda queda do dólar à vista

Claudia Violante, Denise Abarca e Silvana Rocha, O Estadao de S.Paulo

27 de maio de 2009 | 00h00

A Bovespa fechou com alta de 2,02%, aos 51.840,80 pontos, ontem. A volta dos investidores norte-americanos ao trabalho, depois do feriado na 2ªF, foi coroada com o índice de confiança dos consumidores dos EUA da Conference Board, que saltou de 40,8 em abril para 54,9 em maio. Este indicador anulou a reação inicial negativa dos investidores aos preços das residências no país no 1º trimestre do ano. O índice cedeu 19,1% em comparação com o mesmo período de 2008, a maior queda em 21 anos. O mercado também reavaliou para melhor o noticiário do setor de mineração e siderurgia, sobre os primeiros acordos em relação ao preço do minério. Em Nova York, o índice Dow Jones subiu 2,37% e o Nasdaq, 3,45%. No mercado de juros, as taxas ampliaram a baixa, embasadas no reforço do viés de queda para a política monetária apontado em novas declarações do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. Ele destacou os fundamentos sólidos da economia brasileira, voltando a mencionar a queda do juro real. A taxa de janeiro de 2010 caiu a 9,25% e a de janeiro 2012, a 10,63%. O dólar à vista recuou pelo 3º dia, influenciado por fluxo positivo. A moeda cedeu 0,35%, para R$ 2,018 no balcão. FRASEJames K. GalbraithProfº Universidade do Texas ao AE Brodcast ao Vivo''Agências de rating não devem ser levadas a sério em relação à dívida pública dos Estados Unidos. Não há como o país agora ter default da dívida em dólares''

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