Dado sobre desemprego nos EUA tem menor nível em 34 meses

O número de trabalhadores norte-americanos que pediram auxílio-desemprego pela primeira vez despencou para o nível mais baixo em 34 meses na semana passada, surpreendendo Wall Street e indicando uma recuperação do mercado de trabalho do país. Os pedidos de auxílio-desemprego iniciais recuaram 43 mil, para 348 mil, na semana terminada em 1º de novembro, informou o Departamento de Trabalho do país. É o menor nível desde a semana em que o presidente dos EUA, George W. Bush, assumiu o cargo. A queda foi bem maior que a estimativa média de analistas, de declínio de seis mil, para 380 mil. A média de quatro semanas, que suaviza as flutuações semanais, caiu em 10 mil, para 380 mil, o menor nível desde março de 2001. O número de trabalhadores recebenedo o benefício há mais de uma semana caiu em 22 mil para 3,511 milhões, na semana concluída em 25 de outubro. A taxa de desemprego entre trabalhadores que têm acesso a esse benefício permaneceu inalterada em 2,8%. Produtividade cresce 8,1% nos EUAA produtividade da mão-de-obra norte-americana cresceu com uma taxa anual ajustada sazonalmente de 8,1% no terceiro trimestre deste ano, informou o Departamento de Trabalho dos Estados Unidos. Essa foi a maior alta em 18 meses, desde o primeiro trimestre de 2002, uma aceleração em comparação com o crescimento já forte de 7% registrado no segundo trimestre do ano. O número, entretanto, ficou abaixo da estimativa média de analistas consultados em pesquisa da Dow Jones e CNBC, de crescimento de 9%. O Departamento de Trabalho afirmou que o crescimento mais rápido da produtividade refletiu um aumento de 8,8% da produção que coincidiu com uma alta de 0,7% de horas trabalhadas, o primeiro ganho desse tipo desde o primeiro trimestre de 2000.

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