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Das figurinhas da Copa à vida do Santo Padre

Panini, editora oficial do álbum da Copa, lança no País revista mensal dedicada ao Papa Francisco

O Estado de S.Paulo

09 Maio 2015 | 02h06

De quatro em quatro anos, o grupo italiano Panini causa um frisson mundial: a corrida pela última figurinha para se completar o álbum da Copa do Mundo. Líder global no mercado de cromos adesivos, a empresa ganhou fama por fabricar os livretos e os adesivos inspirados nos principais campeonatos de futebol mundo afora.

Após ganhar os apaixonados pela bola, a companhia decidiu apostar no carisma do papa Francisco para conquistar outros públicos: os fiéis da Igreja Católica e os admiradores de Jorge Mario Bergoglio.

Dentro dessa estratégia, a empresa acaba de lançar no País - conhecido pela ampla população de católicos - a revista Meu Papa, inteiramente dedicada ao pontífice. A publicação, que já está presente em 13 países europeus e latino-americanos - entre eles Itália, Alemanha, Costa Rica e Nicarágua -, traz matérias sobre a agenda e os hábitos cotidianos do papa Francisco. Também fazem parte do conteúdo da revista textos sobre o universo católico e depoimentos de fiéis. Na publicação estarão regularmente as cartas e mensagens do pontífice, além da cobertura dos dois principais eventos de sua agenda semanal: o discurso prévio à oração do Angelus, realizada todos os domingos, e a audiência geral na Praça São Pedro, às quartas-feiras.

A revista, que será mensal, tem 64 páginas e preço de capa de R$ 5,90. A primeira edição, que já está nas bancas do Rio de Janeiro e de São Paulo, traz fotos da mesa de trabalho do líder da Igreja Católica Em nota, o diretor presidente da Panini Brasil, José Eduardo Severo Martins, afirmou que a publicação mostra "a importância do líder católico no cenário social e político mundial, com destaque para seu trabalho, dedicação e simplicidade".

Licença. O título Il mio Papa foi lançado originalmente em março do ano passado na Itália pela editora Mondadori, uma das maiores da Europa. No início deste ano, a empresa fez um acordo de licenciamento com a Panini para tornar o título uma marca internacional.

No Brasil, a Panini não abriu números sobre a nova investida. Na Alemanha, onde o título foi lançado em março, a tiragem foi de 250 mil cópias.

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