De olho em quem não fala inglês

Engenheiro aeronáutico por formação, filho de professores, Carlos Souza já fez um pouco de tudo: deu aulas particulares em casa, trabalhou no banco de investimentos Garantia e foi durante nove anos executivo de marketing da Procter & Gamble. Em 2011, ele tirou um "sabático" para estudar modelos de negócio em educação no exterior. Foi quando observou que a prática de publicar na web aulas filmadas em sala de aula - iniciada pelo MIT - estava se espalhando pelo mundo. No Brasil, não havia nada parecido.

O Estado de S.Paulo

07 de abril de 2014 | 02h05

Como apenas 2% da população brasileira fala inglês, Souza viu aí a oportunidade de lançar um site com o conteúdo produzido por grandes universidades estrangeiras traduzidos para o português. Para iniciar a empreitada ele chamou alguns colegas, entre eles Marcelo Mejlachowicz, então diretor financeiro da Procter & Gamble. Foi assim que, em 2012, surgiu o Veduca. De lá para cá, a empresa levantou R$ 2,6 milhões dos fundos Bolt Ventures, Macmillan Digital e 500 startups.

No fim do ano passado, o Veduca foi convidado por Gordon Brown, ex-primeiro-ministro do Reino Unido, para participar da criação da primeira plataforma global de educação do mundo, patrocinada pela ONU.

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